Empatia e a dor do invisível
Dor, frio, humilhação, insegurança, tristeza. Estas são algumas das sensações de quem vive nas ruas, sem um abrigo para passar as noites, conforme a percepção de estudantes de 1º termo de Arquitetura e Urbanismo, que estão construindo abrigos primitivos no projeto interdisciplinar Ateliê Integrado.
Com o intuito de conhecer as necessidades dos usuários, a disciplina de Sociologia Urbana adotou a competência socioemocional empatia como fio condutor de sua intervenção no projeto. O abrigo é uma forma provisória de proteção que pode ser utilizada para atender necessidades de desabrigados, refugiados e pessoas em situação de rua.
Após estudar fenômenos como estratificação social, desigualdade e segregação socioespacial, os estudantes realizaram uma exploração empática sobre a vida das pessoas em situação de sua, que culminou em uma atividade vivencial. Os alunos foram para a praça e experienciaram por um período a falta de um abrigo para proteger do frio e do chão áspero e duro.
Ao final do itinerário formativo da disciplina, os alunos construíram um mapa de empatia no qual relataram insights obtidos com a busca pela perspectiva de pessoas que são tratadas pela sociedade como invisíveis. Os alunos relataram que a experiência foi importante para pensar nos aspectos de conforto do projeto.
Com o intuito de conhecer as necessidades dos usuários, a disciplina de Sociologia Urbana adotou a competência socioemocional empatia como fio condutor de sua intervenção no projeto. O abrigo é uma forma provisória de proteção que pode ser utilizada para atender necessidades de desabrigados, refugiados e pessoas em situação de rua.
Após estudar fenômenos como estratificação social, desigualdade e segregação socioespacial, os estudantes realizaram uma exploração empática sobre a vida das pessoas em situação de sua, que culminou em uma atividade vivencial. Os alunos foram para a praça e experienciaram por um período a falta de um abrigo para proteger do frio e do chão áspero e duro.
Ao final do itinerário formativo da disciplina, os alunos construíram um mapa de empatia no qual relataram insights obtidos com a busca pela perspectiva de pessoas que são tratadas pela sociedade como invisíveis. Os alunos relataram que a experiência foi importante para pensar nos aspectos de conforto do projeto.



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